Monitoramento nas redes sociais

Ignorar sentimentos negativos online pode ser um grande erro para qualquer marca, mas não ter um planejamento para tratar as questões que possam aparecer é igualmente desastroso. É por isso que o monitoramento nas redes sociais é a chave do sucesso na construção e manutenção da reputação de uma marca ou empresa.

Mas como começar esse trabalho? Seguem quatro passos iniciais:

 

  1. Conheça a sua marca

A princípio, você deve conhecer a história da sua marca. Escolha uma pessoa para fazer o monitoramento das páginas, e que conheça a história e o relacionamento com a imprensa. Esse trabalho deve ser realizado por um profissional qualificado, pois requer habilidades, experiência e uma visão ampla da situação. Identificar o problema no início é importante. Essa intuição é desenvolvida por meio da experiência, conhecendo a marca e os consumidores.

 

  1. Escolha as ferramentas certas

Escolher os profissionais mais adequados é parte vital do processo, mas se essas pessoas não tiverem ferramentas boas para trabalhar, só vão conseguir identificar uma crise tarde demais. Usar ferramentas de monitoramento de mídia e respostas às crises é uma etapa essencial desse planejamento.

Além disso, considerando o grande volume de informações vindas das mídias sociais e do mundo on line hoje em dia, fica difícil fazer o monitoramento da presença de uma marca na internet sem nenhum tipo de recurso. Especialmente para empresas B2B que não lidam com consumidores tradicionais.

 

  1. Ouça o que dizem sobre a sua marca

Para marcas pequenas, é bom começar experimentando ferramentas gratuitas como o Google Alerts, por exemplo, que ajuda a equipe de marketing a construir um entendimento básico e começar a entender onde é necessário aparecer e que oportunidades foram perdidas.

Para empresas maiores, é interessante considerar ferramentas pagas que vão permitir um monitoramento mais apurado e uma discussão mais precisa sobre a marca. Dessa maneira, as empresas B2B vão entender melhor o que realmente importa para as audiências.

 

  1. Faça um bom planejamento

Além do monitoramento, as empresas devem planejar o que fazer quando houver uma crise. Seu monitoramento deve ser abrangente e inclusivo, mas procure garantir que você e a equipe consigam identificar quando aparecer um problema. Procure passar um roteiro para que a equipe saiba como responder a uma crise de imagem da marca. Esse material deve ser de fácil acesso.

E lembre-se: o pior a ser feito é nada. Uma crise tende a crescer na mesma medida que o tempo de espera de uma resposta.

Uma boa reputação é construída com um bom plano de reação. Estar preparado é a chave para manter a estabilidade e o ponto de vista ético de uma marca.

 

Com B2B Marketing

Com menor tempo de propaganda, candidatos apostam em redes sociais

Mais do que nunca as redes sociais estão sendo um importante aliado dos candidatos nas eleições 2016. A redução do tempo de campanha de 90 para 45 dias e também da divulgação da propaganda eleitoral no Rádio e na TV este ano, faz com que os partidos e coligações apostem cada vez mais nas divulgações pela internet. Mas há regras a serem seguidas.

Os candidatos precisam tomar cuidados como com a criação de um perfil que faça referencia à campanha e nas divulgações, nada pode anunciar ou trazer patrocínios em posts. Além disso, este ano, a reforma eleitoral pode tornar crime agressões por injúria, calúnia e difamação sofridas por candidatos nas mídias digitais.

O advogado Talmy Tércio, da Comissão Eleitoral da OAB-PI, explica que todos os posts devem circular pelo perfil do candidato ou à coligação. “é importante destacar na reforma eleitoral, que foi definida em 2016, a criminalização das ofensas que candidatos ou pessoas possam estar fazendo. A criação de um perfil falso, na tentativa de denegrir a imagem de outros candidatos, ela pode ser criminalizada na justiça eleitoral.
De acordo com a Lei eleitoral, o candidatos a vereador terão direito somente a 40% de inserção na propaganda política. “Eles podem, mediante a um planejamento estratégico de conteúdos, produzir um material de mais qualidade para o público, de forma sedimentada, porque você acaba não poluindo muito o feed ( a página do usuário) e esse material pode ser tornar mais atrativo”, demonstra o cientista político Washington Moura.

Facebook lança novas ferramentas para editores de vídeos

Com a popularização dos vídeos em 360 graus, o Facebook lançou duas novas ferramentas para que os editores possam desenvolver vídeos mais atraentes: a Guia e o Mapa de Calor. A empresa revelou que desde setembro de 2015, mais de 250 mil vídeos em 360 graus foram publicados na rede social, o que aumentou a necessidade de novos recursos que permitam ajustar o conteúdo criado para oferecer uma melhor experiência para os usuários.

A ferramenta Guia permite que os editores destaquem em quais pontos desejam que os espectadores prestem mais atenção no vídeo. O usuário que estiver visualizando o vídeo poderá ser direcionado diretamente para os pontos destacados pelo criador, permitindo assim que ele transmita aquilo que considera imprescindível sem que o espectador perca o foco. Os pontos destacados do vídeo estão disponíveis por padrão para os usuários, mas eles poderão decidir por ignorar e explorar o vídeo por conta própria.


Via canaltech Hadrian / Shutterstock.com

Facebook vai mostrar anúncios mesmo para quem bloqueia! Vai ter anúncio sim, inclusive para quem usa AdBlock

Todo mundo sabe que o Facebook é uma plataforma que sobrevive por meio de anúncios, já que a informação que cada usuário coloca na rede é o verdadeiro produto comercializado.

E numa tentativa de tentar levar uma melhor experiência para ambos os lados, tanto usuário quanto anunciante, a rede anunciou uma melhoria nosControles de Anúncios, ferramenta que permite que o usuário controle o tipo de anúncio que irá receber. Se você, por exemplo, não gosta de comida japonesa, basta retirar essa informação através da ferramenta de Ad Preferences.

A liberação da nova ferramenta de Ad Preferences é também uma resposta aos usuários de bloqueadores de anúncios, ferramentas e extensões que ocultam todo e qualquer tipo de anúncio na web. O Facebook disse ter escutado pessoas que usam esses métodos e que a principal reclamação eram os anúncios incômodos e desconexos com o perfil do usuário. Por isso, a partir de agora eles pretendem burlar esse bloqueio e mostrar anúncios até para quem usa esse tipo de software.

A princípio, a ferramenta parece ser uma solução para ambos os lados: enquanto os anunciantes terão seus anúncios cada vez mais assertivos, o usuário será impactado com aquilo que ele realmente importa/se interessa.

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