Fita isolante substitui roupas em casas noturnas na Europa e nos EUA

Nos Estados Unidos, modelos substituem roupas por fita isolante e saem para as casas noturnas de Miami. A ideia é bastante ligada ou fetichismo e ao erotismo.
Desenvolvida pelo designer Joel Alvarez, a ideia começou em Nova York e Las Vegas, mas logo se espalhou em outras boates ao redor do país.
O movimento também ganhou adesão na Europa. Os estilos, no entando, variam de um local para outro, ganhando algumas fitas prateadas e douradas.

A cor das fitas variam de um local para outro. Foto: Reprodução/Instagram (thekingoftape)

O exemplo que vem de Fortaleza

Malha cicloviária de Fortaleza cresceu mais de 200% em três anos. Fotos: Divulgação

 

Os cearenses são pretensiosos. Especialmente os fortalezenses. E eles têm razão de sobra para serem. Pelo menos no quesito da ciclomobilidade, ou seja, das ações voltadas para a mobilidade com o uso de bicicletas como meio de transporte. Em três anos, a malha ciclável da cidade cresceu 207%, pulando de módicos 68 quilômetros no fim de 2013, para 209 quilômetros no início de 2017.

Fortaleza deu um salto grande, de fato. A política voltada para a ciclomobilidade começou após a pressão da sociedade, ainda com os protestos de 2013, e vem sendo mantida, com a expansão da malha ano após ano. E beneficia o trabalhador que pedala, que usa a bicicleta como meio de transporte”,

Fortaleza é, hoje, a quarta cidade que possui a maior malha de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas entre as capitais brasileiras. Fica atrás apenas de São Paulo (498,4 Kms), Rio de Janeiro (441,1 Kms) e Brasília (420,1 Kms). Quando a comparação é feita a partir da malha viária da cidade – composta de 4.300 quilômetros –, a capital cearense sobe no ranking e vira a cidade com a terceira melhor relação de malha cicloviária por malha viária das capitais brasileiras.

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Sistema de bike share tem patrocínio da Unimed Fortaleza

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Sistema Bicicleta Integrada tem parceiros privados

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Sistema Bicicleta Integrada tem parceiros privados

 

E o que é melhor: a política voltada para a bicicleta tem funcionado na prática, não apenas nos números. E a confirmação não é da Prefeitura de Fortaleza, mas dos bicicleteiros e ciclistas que utilizam diariamente os equipamentos. Tanto os da capital cearense, como os pernambucanos que já conheceram de perto a evolução da ciclomobilidade fortalezense, como a Ameciclo.

“Fortaleza deu um salto grande, de fato. A política voltada para a ciclomobilidade começou após a pressão da sociedade, ainda com os protestos de 2013, e vem sendo mantida, com a expansão da malha ano após ano. E beneficia o trabalhador que pedala, que usa a bicicleta como meio de transporte. Hoje, as ciclofaixas – em sua maioria – atravessam a cidade inteira e, o que é mais importante que quem pedala, têm conexão entre si”, atesta o engenheiro de transporte Felipe Alves, que já integrou a diretoria da Associação de Ciclistas Urbanos de Fortaleza (Ciclovida), a Ameciclo dos cearenses.

Metas ousadas
Fortaleza tem o objetivo de se tornar a cidade mais ciclável do Brasil. E trabalha para isso. Hoje, há ciclofaixas nas áreas nobres e na periferia, a maior parte delas conectadas. E há metas semestrais e anuais de crescimento, como explica Gustavo Pinheiro, do Plano de Ações Imediatas de Trânsito e Transporte (PAITT). “Nossa meta é chegar a 524 quilômetros até, no máximo, 2030. Mas no ritmo em que estamos, em sete anos, ou seja, em 2023, alcançamos a meta. Para 2017, vamos implantar 50 quilômetros, dos quais, dez já foram feitos”, diz o engenheiro.

Sistema eficiente
O sistema de compartilhamento de bicicletas também vem funcionando bem em Fortaleza. Aliás, muito bem. O bikeshare cearense, batizado de Bicicletar, é hoje o sistema, proporcionalmente falando, mais utilizado do País. São 6,1 viagens por bicicleta por dia. Supera os mega sistemas do Rio de Janeiro e de São Paulo. “A preocupação da prefeitura em implantar a malha ciclável a partir das estações do Bicicletar foi o segredo. O olhar foi da bicicleta como meio de transporte e, não, apenas para o turismo. Essa foi a diferença. Há uma conexão com a malha”, confirma Felipe Alves, do Ciclovida.

Gustavo Pinheiro, do governo municipal, lembra que as estações do projeto Bicicletar – que na capital cearense é financiado pela Unimed Fortaleza – não têm mais de 500 metros de distância entre elas. “Também tivemos preocupação em instalar as estações de forma sequenciada para que sejam facilmente localizadas pelos usuários”, explica o engenheiro.

Novo sistema cearense
Enquanto a Região Metropolitana do Recife parou no tempo sem expandir o Projeto Bike PE, cada dia mais sucateado e ainda sofrendo a redução de estações, os cearenses só avançam. Criaram outro sistema de compartilhamento de bike, o Bicicleta Integrada, gratuito e de cunho social. Com o apoio de parceiros privados (Supermercados Extra, Indaiá/Unifor e Marquise, uma construtora local), instalou mega estações de 50 bicicletas cada uma, em oito terminais integrados de ônibus da cidade. O uso é gratuito e o ciclista pode permanecer com a bike por até 14 horas.

 

“Nossa proposta é que os passageiros do transporte público possam utilizá-las para fazer deslocamentos mais longos e, até, levá-las para casa. Também não há multa, já que não é cobrada taxa pelo uso. Quem extrapola o período, tem a utilização bloqueada. Para cada uma hora excedida, o uso fica suspenso por um dia”, explica Gustavo Pinheiro. Já são quase 4 mil usuários ativos no Bicicleta Integrada.

Transporte público também tem vez
Fortaleza também tem avançado na prioridade viária ao transporte público. Em 2013, eram apenas 3,3 quilômetros de faixas exclusivas para os ônibus. Este ano, segundo a prefeitura, já são 98,8 quilômetros. E o que é melhor: quase todos os corredores têm fiscalização eletrônica.

Saiba detectar e agir juridicamente para garantir a segurança da criança na internet

Violência contra as crianças na internet.

As tecnologias da informação e comunicação estão cada vez mais presentes no cotidiano de crianças, podendo tanto favorecer seu desenvolvimento social e educativo, como implicar situações de risco, perigo e violência.

Novas mídias digitais como blogs, e-mails, programas de mensagens instantâneas, redes sociais, sms e demais tecnologias da informação e comunicação no ambiente virtual podem ser utilizadas para violar direitos de crianças, por meio de práticas como o cyberbulling ou a violação de sua dignidade sexual.

Nesses casos, é comum que o agente seja outra criança ou adolescente, ou, mais frequentemente, adultos que se aproveitam da hipervulnerabilidade infantil para cometer abusos ou, até mesmo, crimes.

Como fazer para combater a violência contra a criança na internet?

O Instituto Alana por meio de seu programa Prioridade Absolutapreparou um guia descritivo com as violações mais comuns. Além disso, indica como agir em cada situação.

Pesquisa revela: crianças se preocupam com fotos suas nas redes sociais

foto: shutterstock

Muitas crianças já nascem com registros seus, até mesmo enquanto estavam dentro da barriga da mãe, nas redes sociais. São fotos do ultrassom, do parto, do primeiro dia de vida, do dia a dia em casa… Essas crianças crescerão com registros seus eternizados na internet. Mas, será que é isso mesmo que elas querem?

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Washington e Universidade de Michigan investigou quais regras crianças e adultos gostariam que existissem para compartilhar imagens nas redes sociais e alguns achados da pesquisa levantam uma discussão importante sobre os limites para compartilhar imagens dos filhos nas redes sociais: as crianças podem não gostar tanto assim de ter suas vidas compartilhadas nas redes sociais dos pais

Para o estudo, os pesquisadores perguntaram a 249 famílias americanas com crianças (de 10 a 17 anos) sobre quais regras deveriam existir para postar imagens nas redes sociais. De acordo com as respostas, as crianças se preocupam muito com a forma como os pais compartilham suas vidas particulares nas redes sociais e demonstram até três vezes mais preocupação com o tema do que os adultos.

Com informações de The New York Times.

Entidades questionam Facebook por possível coleta ilegal de dados

O projeto Criança e Consumo, do Alana, aliado a uma série de grupos brasileiros e internacionais ligados aos direitos da infância uniram esforços para redigir e enviar uma carta ao Facebook, solicitando um posicionamento sobre a coleta de informações de crianças e adolescentes. O documento foi enviado no último dia 10 de maio.

De acordo com matéria pública da no jornal The Australian, o Facebook teria apresentado um estudo ao mercado publicitário no qual teria mostrado que está coletando dados sobre o estado emocional e mudanças de humor de seus usuários mais jovens, incluindo crianças e adolescentes de até 14 anos.

Preocupada com o destino dessas informações, a Public Citizen elaborou uma petição endereçada à empresa e assinada por 25 instituições do mundo, entre elas três brasileiras: o Criança e Consumo, do Alana, Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social e Instituto Beta: Internet & Democracia, em que pedem que a plataforma disponibilize todos os documentos que descrevem como foram coletados, analisados, usados e distribuídos os dados sobre as crianças e adolescentes usuárias da rede social.

De acordo com a reportagem do The Australian, o estudo, teria sido conduzido secretamente e sem o consentimento dos usuários, com o objetivo de oferecer referências privilegiadas aos anunciantes da plataforma para ajudar as marcas na promoção de seus produtos, a partir da exploração das emoções e vulnerabilidades dos mais jovens com o objetivo único de gerar lucro

A solicitação das organizações também reforça que o público, seus usuários e os governantes têm o direito de saber o quão abrangente foi o estudo, quem ele afetou, e como a empresa vai garantir que isso não ocorrerá novamente.

Segundo apurou a reportagem do Catraquinha, o estudo em questão teria sido realizado fora dos procedimentos internos para validação de pesquisa, utilizando dados anonimizados.

Confira a nota enviada pelo Facebook sobre o acontecimento:

“A análise feita por um pesquisador australiano foi feita para que os anunciantes entendessem como as pessoas se expressam sobre si mesmas no Facebook, não para uso como público alvo de anúncios. Além disso, a pesquisa foi feita a partir de dados anônimos e agregados. O Facebook possui um processo estabelecido para revisão de pesquisas feitas e esse estudo não seguiu esse procedimento, por isso, estamos revisando detalhes para corrigir o ocorrido.” – Porta-voz do Facebook.


Como fazer para combater a violência contra a criança na internet?

O Alana, por meio de seu programa Prioridade Absoluta, preparou um guia descritivo com as violações mais comuns. Além disso, indica como agir em cada situação.


*Com informações de Criança e Consumo

Brinquedos e brincadeiras para divertir as crianças numa festa junina

Quem não gosta de festa junina? Este evento tradicional brasileiro é delicioso em todos os sentidos e uma boa oportunidade de os pais se divertirem com seus filhos. Esta semana, o TempoJunto sugere brinquedos e brincadeiras para aproveitar o mês de junho.

Confira dicas de brinquedos e decoração

Começando pela decoração, que tal aproveitar a ajuda dos pequenos para fazer objetos que deixem a casa com cara de festa junina. Mesmo que não haja uma festa formal programada, você pode fazer uma só para a família ou chamar 2 ou 3 amigos da escola ou da vizinhança para alguns momentos divertidos em casa. .Para fazer este balão, é só dar um clique aqui para conferir as instruções. Você pode usar papel branco e pedir para as crianças pintarem para ficar com o efeito colorido que nem o da foto.

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Outra coisa que sempre tem numa festa junina que se presa é uma fogueira. Que tal essa do homesweethomebodies.net? No post original você encontra as instruções detalhadas de como fazer uma assim.

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Brincadeiras

Agora vamos combinar que o melhor da festa junina são as brincadeiras, não é mesmo? Outra ideia divertida é fazer uma boca de monstro ao invés de uma boca de palhaço, com costuma ser. O objetivo é o mesmo, acerta a bola no buraco da caixa, mas com o monstro fica bem mais divertido! Ideia incrível que está detalhada neste post do gigglegalore.net.

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Para terminar, que tal esta ideia de fazer um acerte a lata mais divertido?

A brincadeira consiste em derrubar as latas com uma bola. Mas vai dizer que não fica muito mais legal com essas latinhas pintadas que nem esses bichos do Angry Birds? Se você não se acha artista o suficiente para pintar assim, não tem problema! Pode botar a criançada para pintar a lata como elas acharem melhor 🙂

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TempoJunto

O Tempojunto deseja deixar o mundo mais brincante, disponibilizando soluções práticas para pais passarem mais tempo de qualidade brincando com seus filhos. O objetivo é oferecer, além de informações, dicas de brincadeiras que podem ser feitas em qualquer lugar, situação, ou disponibilidade de tempo.

Monica Iozzi fala sobre afastamento das redes sociais: “Até que limites da tolerância voltem”

Vade RetroCeleste (Monica Iozzi) em cena de “Vade Retro”
(Foto: Globo/Ramón Vasconcelos)

A atriz e apresentadora Monica Iozzi, no ar na série “Vade Retro”, decidiu abandonar as redes sociais após defender o ex-Presidente Lula e receber uma chuva de comentários maldosos.

Tudo começou no sábado, 13 de maio, após um post criticando a propaganda de Dia das Mães das Lojas Marisa. A rede de departamentos lançou o seguinte slogan: “Se sua mãe ficar sem presente, a culpa não é da Marisa”. A frase acabou gerando polêmica, uma vez que foi apontada por internautas como uma crítica ao ex-presidente Lula.

“Não interessa o que Lula disse! Não interessa a interpretação de ninguém sobre o que ele disse. Esqueçam o Lula! Estamos falando sobre uma senhora que sofreu muito antes de morrer. Uma empresa utilizar a imagem de uma pessoa falecida para fazer marketing? Onde vamos parar? Meu Deus!!! Não há mais respeito a nada no mundo??? Nem à memória de uma mãe, de uma avó? Que nojo. Que tristeza”, escreveu ela.

Em sua última publicação no Facebook, a atriz criticou a agressividade na web. “Porque de vez em quando, por mais que ainda exista esperança, nos cansamos de repetir e defender o óbvio. Não significa desistir. Significa respirar fundo e esperar até que a alegria em lutar retorne. E sim, ela há de voltar! Mas não agora…”

Por meio de sua assessoria, Monica falou ao “Purepeople” sobre o afastamento. “Monica resolveu tirar férias das redes sociais até que os limites da tolerância voltem a respeitar a divergência de ideias”.