CEOS PRECISAM MELHORAR SUA IMAGEM – PARA O BEM DA EMPRESA

Para ser CEO, não basta traçar a estratégia, entregar resultados e liderar o time. É preciso também atuar conforme as expectativas daqueles que estão mais próximos para julgar: os diretores e vice-presidentes. A pesquisa The CEO Reputation Premium: Gaining Advantage in the Engagement Era, conduzida pela consultoria KRS Research, mostra que os CEOs estão com o que se pode chamar de “passivo de imagem”, segundo a percepção de seus principais subordinados. Aos olhos de mais de 1,7 mil diretores e VPs, de 19 países, os líderes são vistos como arrogantes, invisíveis (inacessíveis) e dogmáticos.

Essa imagem em baixa, claro, se reflete na empresa. Para os entrevistados da KRS, 45% da reputação da companhia vem da reputação do seu CEO – e essa relação só tende a aumentar no futuro. Em nome de uma imagem melhor, os CEOs devem, segundo seus subordinados, exercitar três habilidades.

1 – Ser humilde. Só um quarto dos executivos entrevistados diz que o CEO de sua empresa é humilde. Ainda que seja tentador, o CEO que aposta no perfil de “executivo celebridade”, se vangloriando de todos os méritos e sem assumir nenhuma das falhas da empresa, precisa entender que corre o risco de alienar seus diretores, gestores e funcionários mais baixos. Um CEO humilde dá um recado claro ao mercado: o que importa não é sua ascensão meteórica, mas a estabilidade e os bons resultados da empresa.

2 – Ter visibilidade. Ser humilde não significa ficar isolado ou adotar uma postura passiva. Para 81% dos entrevistados, é fundamental que o CEO tenha um perfil público visível e forte. É preciso ministrar palestras aos seus pares, estar acessível e manter atualizados perfis em redes sociais relevantes, como Twitter, LinkedIn e Facebook. Essa postura é capaz de inspirar admiração interna e pode ajudar na contratação de novos funcionários.

3 – Ser persuasivo. A visibilidade adianta pouco se, ao falar, o CEO não consegue convencer ninguém. Ter o poder de persuasão é fundamental para que o principal executivo reforce (ou imponha) a narrativa criada pela empresa e satisfaça a demanda do mercado por conteúdo e transparência. Para tanto, é preciso um mínimo de talento em storytelling.

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